Logo Sara Maria 1330, candidata a deputada federal por Rondônia

Pertencer.
Lutar.
Transformar.

Sara Maria, candidata a deputada federal por Rondônia. Minha maior credencial não é um cargo. É a minha história.

Sara Maria sorrindo com camiseta vermelha e coração do Brasil
A minha história

Nascida em Porto Velho,
formada pelo trabalho

Retrato de Sara Maria de camisa vermelha

Eu sou Sara Maria. Nasci em Porto Velho, sou mãe de quatro filhos — Bruno, Zara, Caio e Luiz Guilherme — e avó de dois netos, Lucca Maximus e Louise, que ainda vem a caminho. Esses seis seres humanos são a razão da minha luta e o motivo pelo qual decidi colocar meu nome à disposição do povo de Rondônia.

Comecei a trabalhar muito cedo, aos 15 anos, em uma agência de viagens. De lá para cá, construí uma trajetória marcada pelo trabalho duro e pelo contato direto com a realidade do nosso povo: passei pelo Sinpefetro e atuei por cerca de 20 anos no comércio de venda de automóveis como consultora de vendas.

Dediquei aproximadamente seis anos ao Sintero, como gerente administrativa da sede social e do alojamento. Foi nesse período que vivi de perto histórias de luta e de recomeço, de trabalhadores e trabalhadoras que resistem todos os dias para viver com dignidade.

Essa experiência me formou e reafirmou o compromisso que carrego até hoje: o de estar ao lado de quem trabalha. Minha candidatura nasce da vida real — de quem trabalhou cedo, criou filhos e escolheu a política como ferramenta de transformação.

Trajetória

Do primeiro emprego à linha de frente

  1. 15 anos

    Primeiro emprego, em uma agência de viagens em Porto Velho.

  2. ~20 anos

    Consultora de vendas no comércio de automóveis: LF, SAGA e Rodão Motos.

  3. Sinpefetro

    Primeira vivência sindical e contato direto com o mundo do trabalho.

  4. ~6 anos

    Gerente administrativa da sede social e do alojamento do Sintero.

  5. 2018

    Passa a atuar ativamente na política.

  6. 2021

    Filia-se ao Partido dos Trabalhadores.

  7. 2022

    Participa ativamente da campanha da Léo Simão.

  8. Hoje

    Foi Secretária-Geral do PT Municipal de Porto Velho e hoje ocupa a Secretaria Financeira.

Por que estou à disposição?

Rondônia me formou. Agora é a minha vez de servir.

Minha trajetória começou no voto: sempre votei do lado do povo, ano após ano. Em 2018, resolvi ir além de votar e comecei a atuar de verdade. Filiei-me ao Partido dos Trabalhadores e, de lá pra cá, não parei mais: participei da campanha da Léo Simão em 2022 e comecei a ocupar um cargo na organização partidária em Porto Velho.

Sou filha de Tito Duarte dos Santos e Antonieta Vieira da Silva. Do meu pai, juiz classista e presidente de sindicato, herdei o compromisso com a justiça e com quem trabalha. Da minha mãe, uma lutadora que criou os filhos na raça, muitas vezes trabalhando doente para não faltar nada a nós, aprendi a força que carrego até hoje.

Estou à disposição do povo rondoniense porque quem vive o problema precisa estar onde a decisão é tomada. Por Rondônia, por nossas famílias, seguimos juntos.

Compromissos

O que eu defendo

01

Mulher e mãe sozinha

Rondônia vive hoje a segunda maior taxa de feminicídio do Brasil: 2,9 mortes para cada 100 mil mulheres, atrás apenas do Acre — e um crescimento de 66% em um único ano, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026. O estado também registra a segunda maior taxa geral de estupro do país e a terceira maior quando o recorte é só entre mulheres. E não para aí: o descumprimento de medidas protetivas de urgência cresceu 38,2% em Rondônia — o maior salto do Brasil, prova de que a proteção no papel não está virando proteção na prática.

Como deputada federal, meu trabalho é legislar sobre isso em Brasília — não é gestão de delegacia, é fazer e fortalecer a lei que todo estado é obrigado a seguir. Em 2026 a Lei Maria da Penha completa 20 anos, e ainda precisa de reforço: mais rigor no cumprimento das medidas protetivas, integração de dados entre estados e prazo mais curto para resposta. Também é no Congresso que se vota o Orçamento da União — é lá que decido, com meu mandato, quanto dinheiro federal vai para creche, para casa de acolhimento e para renda de mulher em situação de violência (Bolsa Família, BPC, linhas de crédito para mãe empreendedora). E é ali que uso emenda parlamentar — a verba que cada deputado tem direito de destinar — para levar creche, CRAS e centro de acolhimento para os municípios de Rondônia que mais precisam.

02

Segurança pública

Rondônia foi um dos sete estados brasileiros onde a violência letal cresceu em 2025 — alta de 7,5%, enquanto o país inteiro caía. E, como já vimos, é o estado onde medida protetiva menos está sendo cumprida.

Segurança do dia a dia — policiamento, delegacia, investigação — é responsabilidade do governo do estado. Mas o deputado federal tem um papel decisivo por trás disso: é o Congresso que define, no Orçamento da União, quanto o Fundo Nacional de Segurança Pública repassa para os estados equiparem a delegacia da mulher, a patrulha Maria da Penha e o treinamento de policiais. É lá que se legisla sobre crime — endurecer pena, criar tipo penal, mudar prazo processual. E é o mandato federal que fiscaliza se essa verba, depois de liberada por Brasília, realmente chega e é bem usada no estado. Vou brigar por mais recursos federais chegando à ponta e acompanhar de perto se eles estão sendo bem usados.

03

Saúde pública

Quem mora no interior de Rondônia conhece o problema: percorrer o estado inteiro atrás de uma consulta, um exame ou uma cirurgia. Mesmo com hospitais regionais novos, como o de Guajará-Mirim, a distância entre o paciente e o atendimento continua sendo um dos maiores gargalos da saúde rondoniense — reconhecido até nos planos de governo estaduais mais recentes.

O SUS é um sistema federal, financiado majoritariamente com dinheiro que passa pelo Congresso Nacional. Isso significa que parte real do meu trabalho como deputada federal é votar o piso constitucional da saúde e brigar para que ele não seja reduzido, fiscalizar se a verba federal enviada a Rondônia está virando UPA, UBS e hospital regional de verdade, e usar emenda parlamentar para levar equipamentos, ambulâncias e telemedicina para os municípios que não têm especialista por perto. Também é em Brasília que se legisla sobre programas como o de interiorização de médicos — essencial para quem vive longe da capital.

04

Educação

Rondônia teve avanço real: o Ideb (nota que mede a qualidade da educação básica) subiu de 5,6 para 6,1 nos anos iniciais do fundamental entre 2023 e 2025 — o melhor resultado da história do estado nessa etapa. Mas nos anos finais do fundamental a nota está travada em 4,8 há dois ciclos seguidos, e no ensino médio, travada em 4,2. Ou seja: a criança pequena está aprendendo mais, mas o adolescente está sendo deixado pra trás.

O piso salarial do professor e o Fundeb — o fundo que garante o dinheiro da educação básica em todo o Brasil — são leis federais, votadas e fiscalizadas pelo Congresso. Como deputada, vou defender a valorização de verdade do professor (salário justo, formação continuada) e usar emenda parlamentar para levar reforma de escolas, quadras cobertas e internet para a escola pública de Rondônia — principalmente as que atendem o ensino fundamental final e o ensino médio, onde o resultado mostra que a estrutura ainda está devendo.

05

Juventude e primeiro emprego

Rondônia tem um dos menores índices gerais de desemprego do Brasil — girando entre 2,6% e 3,7% nos últimos trimestres, um dos melhores números do país. Mas esse número esconde duas coisas: primeiro, o desemprego entre jovens de 18 a 24 anos no Brasil é hoje 11,4%, quase o dobro da taxa geral (5,6%) — um padrão nacional que também pesa sobre o jovem rondoniense; segundo, o trabalho no estado é mais informal do que a média do país (28,4% dos trabalhadores por conta própria, contra 25,5% no Brasil), o que significa emprego sem carteira, sem 13º, sem férias, sem INSS. E entre jovens negras, o problema é ainda mais grave: a desocupação chega a 24,7% na faixa de 14 a 17 anos.

Não faltam oportunidades em Rondônia — falta fazê-las chegar, com carteira assinada, para quem mais precisa. A Lei da Aprendizagem e a Lei do Estágio são leis federais que eu, como deputada, posso fortalecer para abrir mais vagas de primeiro emprego com garantia de direitos. Também é no orçamento da União que se decide o investimento em cursos técnicos gratuitos (Pronatec e afins) e em ensino médio integrado à formação profissional. Vou usar emenda parlamentar para ampliar as vagas de qualificação profissional em Rondônia e cobrar das empresas que recebem incentivo federal que contratem — de verdade — o jovem rondoniense.

06

Mandato presente

Gabinete que atende, visita e volta — não só em outubro de ano eleitoral. Presença é isso: aparecer quando não tem palanque nem holofote. Um mandato federal não precisa significar distância: significa usar o poder de Brasília — leis, orçamento, fiscalização e emenda parlamentar — a favor de quem vive no interior de Rondônia, e prestar contas disso o ano inteiro, não só na campanha.

Fontes: 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2026) — Fórum Brasileiro de Segurança Pública; relatório "Retrato dos Feminicídios no Brasil" (FBSP, 2026); IBGE/PNAD Contínua (2025-2026); Inep/MEC — Ideb 2025; Rede Multiatores MUDE com Elas / Ceert (2026); Portal da Câmara dos Deputados — atribuições do deputado federal.

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